TECNOLOGIA MARCA POLÊMICA NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO

Em pleno século vinte e um temos a sensação que alguma coisa ainda não se encaixou na vida das pessoas. O trânsito continua mais infernal do que nunca. Quem tem mais de cinquenta anos de idade sabe do que se fala. Imagina-se que o carro voador seria uma realidade. Ele existe nos Estados Unidos, mas longe de ser aprovado para voar como se fosse um carro de passeio.
Os computadores, a internet e as redes sociais tornaram o mundo muito mais próximos de todos numa proporção que não entendemos direito. O que falar de políticos poderosos do naipe de uma Hillary Clinton ou mesmo de um Donald Trump candidatos a presidência do mais poderoso país do mundo. Do alto da ignorância dessas personalidades chegaram a sugerir desativar certas áreas da internet. Imaginavam que o procedimento pudesse impedir terroristas de cometerem ataques pelo globo. Não precisa nem dizer que isso é totalmente impossível.
A própria Imprensa não ficou de fora do excesso de tecnologia. Aliás, foi surpreendida pelos incremento dos movimentos pelas redes sociais. Muitas vezes, a pauta da semana foi ditada pelo o que esses movimentos poderiam se tornar notícias. Até investigações sobre corrupção em determinados setores públicos passaram a ser tornar foco de investigação por terceiros provendo de munição e jornalistas investigativos.
No Brasil a história não é tão diferente. O Brasil adota novas tecnologias com a rapidez esperada por todos. Sobretudo, as redes sociais, que mudaram a forma de viver do planeta. Desde a integração nacional até a forma de fazer negócios. Com isso, diversas implicações surgiram com necessidades de mais entendimento de todos. Da população, das empresas que atuam tanto nos mercados locais, quanto fora do país. Mas também dos órgãos reguladores.
Para se ter uma ideia da extensão do problema, um assunto causou polêmica em 2015 e promete para 2016. A guerra entre motoristas do aplicativo de carona paga Uber e os taxistas. Nas cidades do porte do Rio de Janeiro e São Paulo, os taxistas acusam os motoristas do Uber de concorrência desleal. Alegam que não precisam pagar impostos e, pior ainda, não têm alvará de funcionamento.
Mas nada se comparou com a disputa entre as operadoras de telecomunicações e serviços de mensagens instantâneas, como o WhatsApp e Viber. As empresas de telefonias como Claro, Oi, Tim e Vivo alegam perdas de receitas com voz e mensagens de textos (SMS) nos últimos meses por opção do aplicativo sem custo por milhares de brasileiros.
Para as operadoras, os aplicativos funcionam ilegalmente, já que utilizam os smartphnes para fazer ligações de voz. Só que a tecnologia por trás dos apps, contudo, é diferente. A reclamação não procede, a queixa se deve ao avanço tecnológico a disposição de todos gratuitamente. Visto que, as ligações são feitas pela internet. De qualquer forma, observa-se a necessidade de normatizações em todos os setores envolvidos em tecnologia. Assim, os direitos de todos podem ser mantidos.

0 0 557 01 janeiro, 2016 carousel, Estrutura janeiro 1, 2016

Sobre o autor

Dr. Stélio Leal Pessanha é médico com formação em Neurologia e Neurocirurgia e atua em consultório desde que se formou. É chefe de neurologia e neurocirurgia das cidades de Caieiras e Francisco Morato, pós-graduado em Neurologia, eletroencefalografia, eletroneuromiografia, Oto–neurologia, potencial evocado auditivo, visual e somatosensitivo. Desenvolveu e desenvolve atividades em: - clínica médica: Saúde Pública, Administração Hospitalar, Patologia Clínica, Medicina do Trabalho, Medicina do Tráfego, Didática do Ensino Superior - em comunicação: USP (Português, Inglês), Uninove (Jornalismo-Publicidade). Roteirista de rádio, teatro e TV É escritor: - “O Mestre Aprendiz de Medicina”, livro já editado que mostra a trajetória de um médico no dia a dia com pacientes no consultório, prontos-socorros e centros cirúrgicos (acesse https://www.youtube.com/watch?v=Gc0F4Z6DtUs para mais informações) - “O destino Cuspiu para o Alto”, em fase de execução, livro a respeito de membros de algumas famílias que tinham tudo para dar certo, mas trilharam o caminho do mal. Como cidadão, a rebeldia de um então jovem médico recém-formado o levou a fundar um jornal (Gazeta Regional de Caieiras e região), uma rádio (Onda FM 87.5), webTV (TV Nova Onda e está a caminho de abrir sua TV retransmissora, todos sob a égide da Associação de Mídia Comunitária, a AMIC). Todas as mídias objetivam defesa da democracia, do meio ambiente e dos direitos do que mais precisam.

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